Voltei ao programa Espaço Online, da Jovem Pan Online, com a jornalista Luciana Ferreira, agora para falar de meu livro Não deixo a vida me levar, a vida levo eu!
Assista minha entrevista.
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Qualidade de vida e Coach para a Geração Y no programa acelere sua carreira
No programa do dia 24 de junho, recebi Anderson Cavalcante, autor do livro MEU JEITO DE DIZER QUE TE AMO, o livro mais vendido do mês de junho nas listas das revistas Veja e Época.
na entrevista, anderson fala sobre as escolhas pessoais e profissionais e sobre seu livro O QUE REALMENTE IMPORTA.
na segunda parte do programa, Jose Franco e kátia de Jesus falam sobre Coach, PNL e a escolha profissional dos jovens.
na entrevista, anderson fala sobre as escolhas pessoais e profissionais e sobre seu livro O QUE REALMENTE IMPORTA.
na segunda parte do programa, Jose Franco e kátia de Jesus falam sobre Coach, PNL e a escolha profissional dos jovens.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Dicas para a geração Y se inserir no Mercado de Trabalho
Na segunda entrevista do programa Acelere Sua Carreira do dia 17 de junho, Carmen Alonso, do NUBE, fala sobre a inserção do jovem da geração Y no mercado de trabalho.
Dicas para a geração Y usar a internet em sua carreira profissional com Mauro de Oliveira
No programa Acelere sua Carreira do dia 17 de junho, Mauro de oliveira fala sobre sua pesquisa de mestrado, na qual aborda o comportamento do jovem na internet quando busca emprego ou estágio.
Mauro dá diversas Dicas de como usar a internet em sua carreira profissional.
Mauro dá diversas Dicas de como usar a internet em sua carreira profissional.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Para o Alto e Avante!
Meu último livro, lançado em 2009 pela Ed. Saraiva, se chama “Não deixo a Vida me Levar. A vida, Levo Eu!”. Apesar de usar a música de Zeca Pagodinho como fonte de inspiração para o título, encontrei a mais perfeita tradução da mensagem que quero passar no livro nos minutos iniciais do filme de animação UP – ALTAS AVENTURAS, mais uma obra prima do Estúdio Pixar.
Ainda na mais tenra infância, Carl encontra seu verdadeiro amor: Ellie é uma garota divertida e sonhadora, que no dia em que se conhecem, o faz prometer que iriam conhecer juntos o Paraíso das Cachoeiras, lugar remoto, perdido nas selvas da América do Sul.
A primeira parte do filme mostra a evolução da vida casal. Em uma belíssima sequência de cenas, Carl e Ellie crescem juntos, se casam, reformam a casa abandonada na qual se conheceram, tentam juntar dinheiro para realizar seu sonho, enfrentam revezes e contratempos que sempre acabam com suas economias.
Alimentam o sonho de serem pais, para descobrir que nunca poderão ter filhos. E por meio do gesto singelo e simbólico de Ellie apertar a gravata de Carl todas as manhãs, vemos os anos se passarem até nos depararmos com um casal já idoso, mas ainda unido pelo amor da infância.
Ao perceber a idade avançada de ambos, Carl se lembra da promessa de infância e compra as passagens para que conheçam, enfim, o Paraíso das Cachoeiras. Só que, antes de poderem realizar o sonho, Ellie adoece e morre.O que vemos então é um Carl que desiste de viver, e que se apega a casa como se esta fosse a própria Ellie. E a iminente destruição deste lar vai levar Carl a uma série de aventuras que trarão uma nova motivação a sua vida.
Descrito desta forma, o filme pode parecer triste, mas o enredo é tão belo que o filme foi o vencedor do Oscar de melhor animação, e conseguiu também a façanha de ser indicado para melhor filme no ano de 2009.
Quantos de nós não fazemos como Carl? Abandonamos nossos sonhos de infância, nossos desejos mais íntimos. Deixamos a vida nos levar, vivendo o cotidiano por vezes massacrante, desmotivador e repetitivo, que destrói cada um de nossos sonhos.
Aceitamos fazer sempre tudo igual, pelo medo de sair de nossa zona de conforto, do pequeno mundinho que construímos, que nos dá a impressão de conforto e segurança, mas que por outro lado nos oprime e desestimula.
E a cada ano que passa, mais esta zona de conforto nos aprisiona: o financiamento da casa, a compra do carro, a televisão nova, a escola dos filhos. E nossos sonhos vão se distanciando cada vez mais, como se não pertencessem mais a nós mesmos.
Carl esperou perder a coisa mais preciosa de sua vida, sua esposa Ellie, para resolver ir atrás de seu sonho. Mas mesmo velho e sozinho, conseguiu realizá-lo. E você? Vai esperar chegar até o fim da vida para ir até o Paraíso das Cachoeiras de seus sonhos?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Ruy Leal fala de Geração Y na estréia do Programa Acelere sua carreira na Tv Uol.
No dia 10 de junho, se iniciou uma nova fase do programa Acelere sua Carreira, agora na CLICTV e na TV UOL.
e assim como na Rádio mundial, recebi no programa de estréia o superintendente do Instituto Via de Acesso, Ruy Leal. Autor do livro Superdicas para o jovem escolher bem sua profissão, pela editora Saraiva, Ruy deu dicas para que o jovem da geração Y possa escolher sua carreira, levando em consideração seus sonhos e competências.
e assim como na Rádio mundial, recebi no programa de estréia o superintendente do Instituto Via de Acesso, Ruy Leal. Autor do livro Superdicas para o jovem escolher bem sua profissão, pela editora Saraiva, Ruy deu dicas para que o jovem da geração Y possa escolher sua carreira, levando em consideração seus sonhos e competências.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Na mídia
Na mídia! Toda semana meus artigos aparecem em várias colunas, blogs. Estou sempre divulgando.
Obrigado à todos os colaboradores.
http://www.grupofoco.com.br/imprensa/
http://www.novitrine.com.br/noticia.php?area=feb71d38463287850b60163c6229fd45&l=c6a7ea1f3725d5eac6e3f36d9d402949
http://claudioqualimaticaconsultoria.wordpress.com/
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Geração Y: um desafio para a área de Recursos Humanos
Participei recentemente do Congresso Febraban de Recursos Humanos, que neste ano de 2010 teve como tema “Os desafios do RH no Contexto Multigeracional”. O foco da discussão foi a geração Y: como atrair, recrutar, selecionar, treinar, desenvolver e motivar os jovens desta geração que cada vez mais ganha importância e espaço no mercado de trabalho.
Em outras colunas, já apontei algumas das características que nasceu em mundo dominado pela tecnologia, pelos games, celulares, TV a cabo, internet, e cresceu em contato com culturas, hábitos e realidades completamente. O ponto mais interessante do congresso foi verificar que empresas de grande porte, dos mais variados setores, também buscam compreender como estas características definem este jovem e como podem ser usadas no contexto organizacional.
Na mesa redonda inicial, Sérgio Chaia, presidente da Nextel, Calors Trostli, Presidente da Santher, Liliam Guimarães, vice-presidente de Recursos Humanos do Santander e Deli Matsuo, diretor de RH da Google para a América Latina proporcionaram uma ampla visão de como a geração Y tem impactado a cultura das empresas. Se por um lado, a Google já nasceu com esta geração, a Santher é uma empresa com décadas de existência, e atua no ramo industrial, menos aberto às mudanças culturais trazidas pela nova geração.
Segundo Liliam Guimarães, mais de 40% dos funcionários do grupo Santander podem ser considerados representantes da geração Y, sendo que muitos já estão em posições de gerência e liderança. De forma semelhante, a Nextel conta com cerca de 1500 funcionários em seu Contact Center, quase todos nascidos após a década de 80.
Independente do ramo de atuação da empresa, o consenso entre os participantes do congresso é que, para se motivar, os jovens precisam se identificar com os objetivos da empresa, querem fazer parte de algo maior do que o simples desempenho de uma função repetitiva e sem sentido. Esta geração busca prazer no trabalho e rapidez no crescimento profissional, mas não acreditam que as promoções verticais são a única forma de crescimento: querem o aprendizado, e vêem as transferências de área, setor ou até mesmo de empresa como uma forma de adquirir uma visão mais completa de sua profissão.
Para Deli, da Google, o fundamental para motivar a geração Y é uma gestão equilibrada, na qual flexibilidade, hierarquia fluida, liberdade são tão ou mais importantes do que a remuneração justa. Com quem trabalham, o que fazem e o impacto deste trabalho na sociedade são fatores que pesam na decisão do jovem em se manter na empresa.
Como um dos focos de minhas pesquisas sobre geração Y é a existência das características marcantes desta geração entre os jovens da classe C, tive a oportunidade de questionar os participantes da mesa sobre esta relação.
Tanto para Liliam Guimarães quanto para Sérgio Chaia, os jovens da classe C apresentam as características da geração Y, e em alguns casos ainda mais acentuadas: para Chaia, o apetite pelo conhecimento, o interesse pelo aprendizado e o gosto pela interação social são mais presentes entre os jovens da classe C. Já Guimarães acredita que o vínculo com a empresa e a retenção é maior do que a obtida entre os jovens das classes A e B.
Após participar do congresso, acredito que, apesar da importância da geração Y para o futuro das empresas, os profissionais das gerações Baby Boomers e X não podem ser apenas formadores desta nova geração. A experiência e conhecimento destes profissionais ainda são fundamentais para o sucesso das empresas. Mesclar esta experiência com a criatividade, força e curiosidade da geração Y é a chave para o sucesso deste momento de transição geracional.
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